Equipa fiel à raça e estilo de Jesus, o leão da Amadora em busca do título perdido

Leões confiantes lançaram candidatura ao título e investiram num treinador bicampeão e alguns reforços de peso. Supertaça ganha ao Benfica moralizou e lançou aviso aos rivais.

Jorge Jesus é um espécie de Félix Bermudes dos tempos modernos. O escritor, amigo e admirador dos cinco violinos, foi autor do primeiro hino do Benfica, nos tempos de Salazar, e depois redimiu--se e escreveu o argumento do filme O Leão da Estrela. Também o treinador do Sporting, que reclamou em silêncio um amor ao leão, escreveu a história do Benfica atual, com um bicampeonato (2013/14/15), que fugia à Luz há três décadas, e agora luta para repetir o feito de verde e branco.

"O mestre da tática", como é chamado, vai ter contra si o sentimentalismo de estar obrigado a vencer em Alvalade para ressuscitar o clube do coração, adormecido há mais de uma década no que ao título diz respeito. E é disso que se trata: do título! Glória que foge ao leão desde 2001/02.

Um bem maior que tem tirado o sono a Bruno de Carvalho, ao ponto de este verão ter ousado olhar para o quintal do vizinho e roubar-lhe o treinador - e mais tarde a fazer uma aliança com o outro arquirrival, o FC Porto, para ter lugar nas decisões do futebol português, com a eleição de Pedro Proença para a Liga e, o não menos importante, para os leões, afastamento de Luís Duque.

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