Longa se torna a espera para quem vai à seleção e não joga

Um ano após a primeira chamada, Anthony e Adrien ainda esperam oportunidade. Quem passou por isso pede-lhes... paciência.

"É uma questão de saber aguardar e não desistir". "Se não for hoje, será amanhã". João Lourenço e Jorge Martins, antigos futebolistas, sabem como é ser chamado à seleção e não ver chegar a primeira internacionalização. Sentiram na pele essa sensação, que agora paira sobre Anthony Lopes ou Adrien Silva - aguardam pela estreia desde setembro de 2013. Mas são os primeiros a pedir paciência: a longa espera do guarda-redes (oito jogos) e do médio (cinco) há-de chegar ao fim, com final feliz.

O início de setembro de 2013 em que Anthony Lopes e Adrien Silva foram chamados pela primeira vez à seleção nacional - para render os lesionados Beto e Ruben Micael - já vai longe. Então, ambos ansiavam pela estreia. "Recebi a chamada com muita alegria e satisfação. Qualquer jogador que tenha representado as seleções jovens pretende chegar ao mais alto nível", dizia o médio do Sporting. "Estou muito contente por estar aqui pela primeira vez. Estou um pouco impaciente para começar a treinar... Se puder jogar 10 ou 15 minutos será uma maravilha", acrescentava o guardião do Olympique de Lyon.

Porém, o (então) selecionador Paulo Bento não lhes fez a vontade. Além deles, do grupo que vai encarar a Arménia (sexta-feira) e a Argentina (terça-feira, dia 18) só José Fonte (convocado pela primeira vez em outubro passado) e os estreantes Raphael Guerreiro e Tiago Gomes não têm qualquer internacionalização A.

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