Fernando Santos: "Marrocos e Irão qualificaram-se invictos"

Selecionador nacional afirmou esta sexta-feira, em declarações ao site da Federação Portuguesa de Futebol (FPF), que "Portugal tem de assumir a sua parte de responsabilidade e de favoritismo"

"Portugal tem de assumir a sua parte de responsabilidade e de favoritismo quando se olha para um grupo destes, mas quando vemos com outra atenção percebemos que será muito difícil. Desde logo o primeiro jogo, Portugal-Espanha, importante e que pode marcar. Depois, pelas duas outras equipas [Marrocos e Irão] que vamos defrontar. Terminaram invictas os seus grupos [da qualificação]", afirmou Fernando Santos, em declarações ao site da FPF.

"A Espanha é naturalmente favorita, como tenho dito sempre. Não é a primeira vez que o digo, nem porque vou defrontar agora a Espanha. Sempre disse que é uma das equipas favoritas a [conquistar] este Campeonato do Mundo e a Portugal compete-lhe fazer o que tem feito, que é procurar em cada jogo vencer", acrescentou o selecionador nacional, que definiu o sorteio como "muito enganador".

Ler mais

Premium

robótica

Quando os robôs ajudam a aprender Estudo do Meio e Matemática

Os robôs chegaram aos jardins-de-infância e salas de aula de todo o país. Seja no âmbito do projeto de robótica do Ministério da Educação, da iniciativa das autarquias ou de outros programas, já há dezenas de milhares de crianças a aprender os fundamentos básicos da programação e do pensamento computacional em Portugal.

Premium

Anselmo Borges

"Likai-vos" uns aos outros

Quem nunca assistiu, num restaurante, por exemplo, a esta cena de estátuas: o pai a dedar num smartphone, a mãe a dedar noutro smartphone e cada um dos filhos pequenos a fazer o mesmo, eventualmente até a mandar mensagens uns aos outros? É nisto que estamos... Por isso, fiquei muito contente quando, há dias, num jantar em casa de um casal amigo, reparei que, à mesa, está proibido o dedar, porque aí não há telemóvel; às refeições, os miúdos adolescentes falam e contam histórias e estórias, e desabafam, e os pais riem-se com eles, e vão dizendo o que pode ser sumamente útil para a vida de todos... Se há visitas de outros miúdos, são avisados... de que ali os telemóveis ficam à distância...

Premium

João César das Neves

Donos de Portugal

A recente polémica dos salários dos professores revela muito do nosso carácter político e cultural. A OCDE, no habitual "Education at a Glance", apresenta comparações de indicadores escolares, incluindo a remuneração dos docentes. O estudo é reservado, mas a sua base de dados é pública e inclui dados espantosos, que o professor Daniel Bessa resumiu no Expresso de dia 15: "Com um salário que é cerca de 40% do finlandês, 45% do francês, 50% do italiano e 60% do espanhol, o português médio paga de impostos tanto como os cidadãos destes países (a taxas de tributação que, portanto, se aproximam do dobro) para que os salários dos seus professores sejam iguais aos praticados nestes países."