Cédric: "Taça das Confederações? Mais importante é a Letónia"

Seleção concentrou-se em Oeiras e o lateral direito abordou os próximos compromissos

Já no próximo sábado, no Estoril, a seleção nacional enfrenta o Chipre, num particular que serve para ganhar ritmo para o jogo de dia 9 em Riga, frente à Letónia, da sexta jornada do grupo B da zona europeia de qualificação para o Mundial2018.

"Sabemos o que queremos. Queremos terminar em primeiro lugar do grupo e vamos fazer tudo para isso. Precisamos de ganhar à Letónia. Queremos a qualificação direta para o Mundial e está ao nosso alcance", disse o defesa do Southampton.

Após o confronto em Riga, segue-se a estreia na Taça das Confederações na Rússia, a 18 de junho, algo que, para já, não entra na mente dos jogadores convocados pelo selecionador Fernando Santos.

"O objetivo é a Letónia. Depois, pensamos no resto. Por acaso, durante a semana, fui abordado por vários adeptos que me falaram nos jogos da Taça das Confederações. Claro que é uma competição importante em que Portugal vai participar pela primeira vez", referiu Cédric.

O jogador formado no Sporting abordou ainda as ausências de Éder e Renato Sanches da lista de convocados de Fernando Santos, uma situação que acaba por ser "normal".

"A ida à seleção depende muito do momento dos jogadores, da decisão do treinador e das ideias que tem para os próximos jogos. Nós jogadores estamos habituados. Só temos é que fazer o nosso trabalho", explicou.

Com a final da Liga dos Campeões à porta, Cristiano Ronaldo e Pepe vão ficar ainda à disposição do Real Madrid e só deverão integrar a seleção nacional no início da próxima semana, uma situação que Cédric Soares aponta como "insignificante".

"Vão falhar o jogo com o Chipre, mas isso não importa. Sabemos que nos vão ajudar a vencer a Letónia", frisou o jogador de 25 anos.

Depois do Euro2016, agora com a Taça das Confederações e no próximo ano com a possível qualificação para o Campeonato do Mundo, Cédric arrisca estar três anos seguidos sem poder gozar férias na altura habitual para os futebolistas, algo que não o preocupa.

"Por mim, até podia ficar aqui até dezembro do ano que vem. Não havia problema nenhum. Estou a representar o meu país e isso é um orgulho", concluiu o lateral, que soma 17 internacionalizações pela seleção principal.

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