Vitória de Rui Teixeira e tricampeonato para o Sporting

O atleta do Sporting Rui Teixeira sagrou-se este domingo campeão nacional de corta-mato longo, em Monforte, distrito de Portalegre.

Coletivamente, o Sporting acabou por conquistar o título, sagrando-se tricampeão, numa prova em que o campeão em título, Rui Pinto (Benfica), conquistou o segundo lugar do pódio.

"Ser campeão nacional é o sonho de todos. Desde que comecei a correr, apaixonei-me pelo corta-mato. Sempre gostei, treinei a época toda em percurso de corta-mato e hoje consegui realizar o meu sonho", disse Rui Teixeira, em declarações à agência Lusa.

O atleta do Sporting sublinhou ainda o despique que manteve ao longo da prova com o rival Rui Pinto.

O Sporting já tinha garantido o acesso à Taça dos Clubes Campeões Europeus de Corta-Mato em 2019 (seniores masculinos e femininos), como vencedor dos títulos europeus deste ano.

No campeonato nacional de juniores femininos, sagrou-se campeã a atleta do Sporting de Braga Mariana Machado, e, por equipas, o título foi entregue ao Sporting.

Nos juniores masculinos, Ruben Sousa do Sporting conquistou o título de campeão nacional e o Benfica arrecadou o título por equipas.

Classificação da prova de seniores masculinos:

1. Rui Teixeira (Sporting), 32.16 minutos.

2. Rui Pinto (Benfica), 32.38.

3. Samuel Barata (Benfica), 32.48.

4. Rui Pedro Silva (Sporting), 33.03.

5. Ricardo Dias (Sporting), 33.09.

6. Alberto Paulo (Sporting), 33.11.

7. Helder Santos (Sporting), 33.14.

8. Eduardo Mbengani (Benfica), 33.15.

9. Licínio Pimentel (Sporting), 33.17.

10. António Silva (Sporting), 33.19.

Exclusivos

Premium

Nuno Severiano Teixeira

"O soldado Milhões é um símbolo da capacidade heroica" portuguesa

Entrevista a Nuno Severiano Teixeira, professor catedrático na Universidade Nova de Lisboa e antigo ministro da Defesa. O autor de The Portuguese at War, um livro agora editado exclusivamente em Inglaterra a pedido da Sussex Academic Press, fala da história militar do país e da evolução tremenda das nossas Forças Armadas desde a chegada da democracia.

Premium

Maria Antónia de Almeida Santos

Dos pobres também reza a história

Já era tempo de a humanidade começar a atuar sem ideias preconcebidas sobre como erradicar a pobreza. A atribuição do Prémio Nobel da Economia esta semana a Esther Duflo, ao seu marido Abhijit Vinaayak Banerjee e a Michael Kremer, pela sua abordagem para reduzir a pobreza global, parece indicar que estamos finalmente nesse caminho. Logo à partida, esta escolha reforça a noção de que a pobreza é mesmo um problema global e que deve ser assumido como tal. Em seguida, ilustra a validade do experimentalismo na abordagem que se quer cada vez mais científica às questões económico-sociais. Por último, pela análise que os laureados têm feito de questões específicas e precisas, temos a demonstração da importância das políticas económico-financeiras orientadas para as pessoas.