Sul-coreano Kim Woojin estabelece novo recorde no tiro com arco

Primeiro recorde batido nesta edição dos Jogos Olímpicos foi no tiro com arco. Sul coreano é bicampeão mundial individual e por equipas e lider da hierarquia mundial.

O sul-coreano Kim Woojin estabeleceu esta sexta-feira novo recorde do Mundo de tiro com arco com alvo a 70 metros, ao alcançar a marca de 700 pontos, durante o primeiro dia do torneio olímpico dos Jogos Rio2016.

Kim Woojin, bicampeão mundial individual e por equipas e líder da hierarquia mundial, bateu por um ponto o anterior recorde, estabelecido pelo seu compatriota Im Dong-Hyun nos Jogos Olímpicos Londres2012.

Woojin lidera a classificação do torneio individual masculino, com mais 10 pontos do que o norte-americano Brady Ellison (690) e mais 15 do que o italiano David Pasqualucci (685), segundo e terceiro classificados, respetivamente.

Os Jogos Olímpicos Rio2016 começam oficialmente hoje, mas algumas modalidades já iniciaram as suas competições.

Ler mais

Exclusivos

Premium

Henrique Burnay

Discretamente, sem ninguém ver

Enquanto nos Estados Unidos se discute se o candidato a juiz do Supremo Tribunal de Justiça americano tentou, ou não, há 36 anos abusar, ou mesmo violar, uma colega (quando tinham 17 e 15 anos), para além de tudo o que Kavanauhg pensa, pensou, já disse ou escreveu sobre o que quer que seja, em Portugal ninguém desconfia quem seja, o que pensa ou o que pretende fazer a senhora nomeada procuradora-geral da República, na noite de quinta-feira passada. Enquanto lá se esmiúça, por cá elogia-se (quem elogia) que o primeiro-ministro e o Presidente da República tenham muito discretamente combinado entre si e apanhado toda a gente de surpresa. Aliás, o apanhar toda a gente de surpresa deu, até, direito a que se recordasse como havia aqui genialidade tática. E os jornais que garantiram ter boas fontes a informar que ia ser outra coisa pedem desculpa mas não dizem se enganaram ou foram enganados. A diferença entre lá e cá é monumental.

Premium

Ruy Castro

À falta do Nobel, o Ig Nobel

Uma das frustrações brasileiras históricas é a de que, até hoje, o Brasil não ganhou um Prémio Nobel. Não por falta de quem o merecesse - se fizesse direitinho o seu dever de casa, a Academia Sueca, que distribui o prémio desde 1901, teria descoberto qualidades no nosso Alberto Santos-Dumont, que foi o verdadeiro inventor do avião, em João Guimarães Rosa, autor do romance Grande Sertão: Veredas, escrito num misto de português e sânscrito arcaico, e, naturalmente, no querido Garrincha, nem que tivessem de providenciar uma categoria especial para ele.