UCI designa juiz, atleta paralímpica e advogado

Os responsáveis da União Ciclista Internacional (UCI) nomearam hoje um juiz, uma atleta paralímpica e um advogado para a comissão independente que vai avaliar o denominado "Caso Armstrong" e consequente anulação das sete vitórias na Volta a França do norte-americano.

O britânico Philip Otton, antigo juiz do tribunal cuja decisão deu origem aos procedimentos da Agência Norte-Americana Antidopagem (USADA) e posterior acusação da "mais sofisticado sistema de doping organizado da história", vai presidir à "Comissão Armstrong".

A também britânica e antiga campeã paralímpica Tanni Grey-Thompson, membro da Câmara dos Lordes, e o advogado australiano Malcolm Holmes são os outros elementos designados.

O presidente da UCI, o irlandês Pat McQuaid, agradeceu ao seu homólogo do Tribunal Arbitral do Desporto (TAS) a criação da referida comissão independente, cuja missão é "rever todos os dados e procedimentos do processos e restaurar a confiança no ciclismo e na UCI como órgão tutelar".

A "Comissão Armstrong" vai reunir-se em Londres a 09 e a 26 de abril de 2013 e deverá apresentar um relatório com as suas conclusões antes de 01 de junho.

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