O golfe português vai ganhar mais dois profissionais

Susana Ribeiro e João Carlota, os dois líderes do ranking amador de 2014, estão preparados para dar um passo em frente na carreira

Até 2012, os melhores golfistas portugueses de todos os tempos - Daniel Silva nos anos 1990 e Filipe Lima na década de 2000 - eram fruto da diáspora lusitana. Daniel veio de uma família portuguesa na África do Sul, onde competiu com alguns dos que vieram a ser dos melhores do planeta, como o ex-n.º 1 mundial Ernie Els. Filipe nasceu em Versalhes, filho de portugueses emigrados em França, e foi "fabricado" pela federação daquele país até se tornar profissional e representar Portugal a partir de 2004.

Nos últimos três anos, Ricardo Santos consolidou-se como o melhor golfista português de sempre e Pedro Figueiredo como o melhor amador na história do golfe nacional. Hugo Santos sagrou-se tricampeão europeu de profissionais de clube, António Rosado lidera o ranking de um circuito profissional na África do Sul e Ricardo Melo Gouveia é a nossa nova "coqueluche", com vitórias na Palmer Cup e no Challenge Tour.

O que têm em comum os Ricardos, Pedro, Hugo e Tó? São produtos do sistema de desenvolvimento do golfe nacional, que começa nos clubes, continua no programa de alta competição para amadores da Federação Portuguesa de Golfe (FPG) e prossegue no circuito da PGA de Portugal para profissionais.

Sem ser perfeito e havendo ainda necessidade de mais sinergias entre a FPG e a PGA de Portugal, este é um percurso que está a dar resultados e não foi nenhuma surpresa quando, no domingo passado, Susana Ribeiro e João Carlota anunciaram que vão passar a profissionais.

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