Halterofilismo ameaçado

A Federação Portuguesa de Halterofilismo (FPH) sobrevive sem o estatuto de utilidade pública há uma dezena de anos. E, em parte, por isso mesmo, não irá cumprir os prazos estabelecidos pelo Governo para adequar os seus estatutos. No passado dia 14 de Março a federação realizou uma assembleia geral, na qual, ficou decidido pedir uma reunião com o Secretário de Estado da Juventude e do Desporto, Laurentino Dias, a fim de apurar qual é realmente a posição do Governo em relação à modalidade. "Mediante o resultado dessa mesma reunião, que nós aguardamos pacientemente há cerca de três meses, decidir-se-á qual será, em concreto, o rumo a tomar", explicou ao DN, Jorge Felício, presidente da FPH. "A modalidade vive da carolice dos praticantes, mas está numa situação difícil de sobrevivência criada pela perda do estatuto de utilidade pública", afirmou o dirigente, salientado depois uma situação algo surpreendente: "Somos reconhecidos pela federação internacional da modalidade e outras congéneres estrangeiras mas não somos reconhecidos pelo Governo português".

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