Este alemão enfrentou (e venceu) uma montanha iraniana com um monociclo

Sofreu com a altitude, um cameraman e fotógrafo partiu uma perna, mas nada impediu Eichholz de cumprir o desafio mais difícil da sua vida com um monociclo.

Durante dez anos Lutz Eichholz viajou pelo mundo em desafios que se autopropunha a desafiar com o seu monociclo. A sua aventura mais recente acabou por ser também a que mais difícil, com acidentes pelo meio, mas com um final feliz e imagens espetaculares. O Monte Damavand, no Irão foi o cenário escolhido pelo alemão de 28 anos. Porém, se a descida se apresentava como um grande desafio, foi a subida que acabou por causar mais problemas a Eichholz, que chegou a duvidar ser capaz de cumprir o seu objetivo.

"Sempre pensei que fosse mil vezes mais fácil que isto", admite o alemão que sofreu muito com a altitude, que ultrapassa os cinco mil metros no Damavand (com 5610 metros é o ponto mais alto do Irão). Apesar de grande parte do caminho ser feito por trilhos preparados para as caminhadas, o guia Mohammad Hajabolfath salientou: "Muitas pessoas subestimam este pico e já vi estatísticas que dizem que 80 por cento das pessoas que tentam subir esta montanha sofrem de doença de altitude aguda."

Depois de uma noite mal dormida e de questionar se conseguiria cumprir a descida, parece que a paisagem deslumbrante acabou por servir de motivação para Lutz Eichholz, que enfrentou uma descida que mete respeito a muitos que a façam em duas rodas, quanto mais com apenas uma.

O alemão teve uma equipa a acompanhar todos os passos, mas o cameraman e fotógrafo da aventura partiu uma perna o que quase levou a que não houvesse imagens. Porém, um outro membro da equipa assumiu as funções.

"Demorei dois dias para completar [a descida], no entanto, isso aconteceu principalmente porque a minha equipa não estava sobre rodas como eu", afirmou Eichholz, que confessou que este projeto "era tão importante" para ele que estava disposto "a forçar os limites" ainda mais do que pensava ser possível.

Esta aventura realizou-se em setembro, sendo que para já Eichholz, engenheiro urbanista de profissão, não tem planos para uma nova, mas não é homem de ficar muito tempo sem ter um desafio.

Mais Notícias

Outros conteúdos GMG