Neozelandês quebra hegemonia africana

Jake Robertson venceu em 1:00.01 horas. Etíope Dibaba foi a melhor nas mulheres

O neozelandês Jake Robertson venceu hoje a 27.ª edição da meia-maratona de Lisboa, quebrando assim a hegemonia africana nesta prova, que teve dois atletas quenianos nos restantes lugares do pódio.

A prova feminina, cujas expetativas para a quebra de recorde eram grandes, acabou por ficar aquém, tendo a vitória ido para a etíope Mare Dibaba, que superou igualmente duas corredoras quenianas.

O atleta da Nova Zelândia quebrou hoje a hegemonia africana dos últimos anos e bateu a concorrência com o tempo de 1:00.01 horas, superando os quenianos James Mwangi (1:00.11) e Edwin Kibet Koech (1:00.45).

Entre os portugueses, Samuel Barata, atleta do Benfica, foi o melhor, ao terminar no sexto posto com o tempo de 1:03.52 horas, repetindo o feito de 2016, quan do foi também o melhor atleta masculino português.

Já na prova feminina, Dibaba, campeã mundial da maratona em 2015, foi a mais rápida numa corrida algo lenta, triunfando com o tempo de 1:09.43 horas, à frente das quenianas Vivian Cheruiyot (1:09.44) e Mary Wacera (1:09.53).

O melhor registo luso entre as mulheres coube a Jéssica Augusto, do Sporting, que foi sétima com 1:10.38 horas.

Na competição de cadeira de rodas, o espanhol Jordi Madera e a suíça Manuela Schar venceram com os tempos de 43.19 e 50.38 minutos, respetivamente.

Por fim, a prova da mini-maratona terminou com a vitória dos portugueses Sandra Teixeira (Sporting) e Emanuel Rolim (Benfica).

Mais Notícias

Outros Conteúdos GMG