"Quando for velho talvez conte a verdade"

Treinador português abordou a sua não ida para o Barcelona em 2008. Na altura o escolhido foi Pep Guardiola

"Quando for velho, talvez conte a verdade". Foi desta forma que José Mourinho abordou a sua não ida para o Barcelona, em 2008, em entrevista concedida ao programa Téléfoot, da televisão francesa TF1. Na altura, falou-se da possibilidade do treinador português ser o escolhido, mas o eleito acabou por ser Pep Guardiola.

O treinador português garantiu que não irá terminar a carreira no Manchester United e sobre a saída do Real Madrid confessou que no terceiro ano em Espanha já não era feliz.

José Mourinho elogiou ainda a atual equipa do PSG. "O meu filho vive em Londres e foi a Paris e não a Manchester ver um jogo. Eles têm magia, qualidade e juventude, é fantástico!", reconheceu.

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São poucas as "fugas", poucos os desvios à honestidade intelectual que irritem mais do que a apropriação do alheio em conluio com a apresentação do mesmo com outra "assinatura". É vulgarmente referido como plágio e, em muitos casos, serve para disfarçar a preguiça, para fintar a falta de inspiração (ou "bloqueio", se preferirem), para funcionar como via rápida para um destino em que parece não importar o património alheio. No meio jornalístico, tive a sorte de me deparar com poucos casos dessa prática repulsiva - e alguns deles até apresentavam atenuantes profundas. Mas também tive o azar de me cruzar, por alguns meses, tempo ainda assim demasiado, com um diretor que tinha amealhado créditos ao publicar como sua uma tese universitária, revertido para (longo) artigo de jornal. A tese e a história "passaram", o diretor foi ficando. Até hoje, porque muitos desconhecem essa nódoa e outros preferiram olhar para o lado enquanto o promoviam.

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