Pinto da Costa quer dar "uma prenda" aos adeptos em Alvalade

Pinto da Costa afirmou hoje, nas comemorações do 124.º aniversário do clube, que o FC Porto vai lutar muito para tentar vencer o clássico, de domingo, em Alvalade, admitindo que gostaria de dar "uma prenda aos adeptos".

O presidente dos 'dragões' salientou, em declarações ao Porto Canal, o empenho de todos em "tornar o FC Porto num clube cada vez maior", lembrando o trabalho realizado no dia-a-dia para esse propósito.

"Gostaria de dar prendas aos nossos adeptos todos os dias. Só que nem sempre é possível ganhar ou então não nos deixam ganhar", referiu, a três dias do embate com os 'leões', a contar para a oitava jornada da I Liga de futebol.

Sobre o triunfo no Mónaco, por 3-0, na segunda jornada da fase de grupos da Liga dos Campeões, Pinto da Costa esclareceu que foi uma resposta a quem queria intimidar o FC Porto.

"Demos uma resposta inequívoca contra o campeão francês. Todo o futebol se admirou, a equipa encarnou o espírito do FC Porto e do dragão. E foi fundamental a força dos adeptos que apoiaram a equipa e que nunca se calaram naquele estádio", reforçou o presidente.

No dia do aniversário do FC Porto, Pinto da Costa admitiu ainda que enquanto tiver forças, estará presente "para lutar com todas as forças pelo clube".

As cerimónias do 124º aniversário do FC Porto decorreram hoje de manhã com um programa de eventos que teve como ponto mais simbólico a habitual cerimónia pública do hastear da bandeira. O evento foi presidido por Pinto da Costa começou por volta das 10:00 horas, no Estádio do Dragão. Antes, disso, houve homenagens a Rui Filipe e Pavão, jogadores já falecidos, com a deposição de coroas de flores junto dos respetivos bustos.

Ler mais

Exclusivos

Premium

robótica

Quando os robôs ajudam a aprender Estudo do Meio e Matemática

Os robôs chegaram aos jardins-de-infância e salas de aula de todo o país. Seja no âmbito do projeto de robótica do Ministério da Educação, da iniciativa das autarquias ou de outros programas, já há dezenas de milhares de crianças a aprender os fundamentos básicos da programação e do pensamento computacional em Portugal.

Premium

Anselmo Borges

"Likai-vos" uns aos outros

Quem nunca assistiu, num restaurante, por exemplo, a esta cena de estátuas: o pai a dedar num smartphone, a mãe a dedar noutro smartphone e cada um dos filhos pequenos a fazer o mesmo, eventualmente até a mandar mensagens uns aos outros? É nisto que estamos... Por isso, fiquei muito contente quando, há dias, num jantar em casa de um casal amigo, reparei que, à mesa, está proibido o dedar, porque aí não há telemóvel; às refeições, os miúdos adolescentes falam e contam histórias e estórias, e desabafam, e os pais riem-se com eles, e vão dizendo o que pode ser sumamente útil para a vida de todos... Se há visitas de outros miúdos, são avisados... de que ali os telemóveis ficam à distância...

Premium

João César das Neves

Donos de Portugal

A recente polémica dos salários dos professores revela muito do nosso carácter político e cultural. A OCDE, no habitual "Education at a Glance", apresenta comparações de indicadores escolares, incluindo a remuneração dos docentes. O estudo é reservado, mas a sua base de dados é pública e inclui dados espantosos, que o professor Daniel Bessa resumiu no Expresso de dia 15: "Com um salário que é cerca de 40% do finlandês, 45% do francês, 50% do italiano e 60% do espanhol, o português médio paga de impostos tanto como os cidadãos destes países (a taxas de tributação que, portanto, se aproximam do dobro) para que os salários dos seus professores sejam iguais aos praticados nestes países."