Pinto da Costa constituído arguido no caso da divulgação dos e-mails do Benfica

Ministério Público constitui sete arguidos para o caso de violação dos e-mails do Benfica, por crime de ofensa a pessoa coletiva. Há ainda um oitavo arguido, acusado de violação de correspondência.

Prática do crime de ofensa a pessoa coletiva é a acusação que recai sobre sete arguidos. Ou seja, difamação. É o que diz a nota de esclarecimento que o Departamento Central de Investigação e Ação Penal do Ministério Público acabou de divulgar. Record, primeiro, SIC e RTP, depois, já confirmaram o nome de Pinto da Costa entre os arguidos.

O presidente do FC Porto tinha hoje sido chamado a testemunhar no DCIAP. Não prestou declarações à imprensa e, afinal, saiu arguido, tal como os restantes cinco administradores da SAD do FC Porto (Adelino Caldeira, Fernando Gomes e Reinaldo Teles e os não executivos José Américo Amorim Coelho e Rui Vieira de Sá).

Francisco J. Marques, diretor de comunicação e informação do FC Porto, também está entre os nomes indicados pelo Ministério Público. O oitavo arguido, por crime distinto, é Diogo Faria, presença habitual no programa Universo Porto de bancada e coautor, com Francisco J. Marques, do livro Polvo Encarnado. Está acusado por crime de violação de correspondência.

O processo do Ministério Público tenta averiguar como chegaram à posse do FC Porto os e-mails do Benfica que despoletaram o caso e-Toupeira.

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