Pedro Proença passa a integrar Comité do Futebol

O presidente da Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP) vai integrar o Comité para o Futebol da UEFA, no âmbito da cooperação entre a Associação das Ligas Europeias de Futebol Profissional (EPFL) e o organismo europeu.

O anúncio feito esta quarta-feira pela EPFL - apesar de a decisão emanar do congresso da UEFA, realizado em 25 e 26 de fevereiro, em Bratislava - dá conta de "uma nova era de cooperação" entre os dois organismos, que "se reflete na inclusão oficial de representantes das ligas europeias na estrutura da UEFA".

O presidente da EPFL, o sueco Lars-Christer Olsson, passou a ser membro do Comité Executivo da UEFA, o órgão de cúpula do organismo regulador do futebol europeu, no qual o presidente da Federação Portuguesa de Futebol, Fernando Gomes, tem assento como vice-presidente.

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DN+ João

Os floristas da Rua da Alegria, no Porto, receberam uma encomenda de cravos vermelhos para o dia seguinte e não havia cravos vermelhos. Pediram para que lhes enviassem alguns do Montijo, onde havia 20, de maneira a estarem no Porto no dia 18 de julho. Assim foi, chegaram no dia marcado. A pessoa que os encomendou foi buscá-los pela manhã. Ela queria-os todos soltos, para que pudessem, assim livres, passar de mão em mão. Quando foi buscar os cravos, os floristas da Rua da Alegria perguntaram-lhe algo parecido com isto: "Desculpe a pergunta, estes cravos são para o funeral do Dr. João Semedo?" A mulher anuiu. Os floristas da Rua da Alegria não aceitaram um cêntimo pelos cravos, os últimos que encontraram, e que tinham mandado vir no dia anterior do Montijo. Nem pensar. Os cravos eram para o Dr. João Semedo e eles queriam oferecê-los, não havia discussão possível. Os cravos que alguns e algumas de nós levámos na mão eram a prenda dos floristas da Rua da Alegria.

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DN+ Quem defende o mar português?

Já Pascal notava que através do "divertimento" (divertissement) os indivíduos deixam-se mergulhar no torpor da futilidade agitada, afastando-se da dura meditação sobre a nossa condição finita e mortal. Com os povos acontece o mesmo. Se a história do presente tiver alguém que a queira e possa escrever no futuro, este pobre país - expropriado de alavancas económicas fundamentais e com escassa capacidade de controlar o seu destino coletivo - transformou 2018 numa espécie de ano do "triunfo dos porcos". São incontáveis as criaturas de mérito duvidoso que através do futebol, ou dos casos de polícia envolvendo tribalismo motorizado ou corrupção de alto nível, ocupam a agenda pública, transformando-se nos sátiros da nossa incapacidade de pensar o que é essencial.