Os golos, os casos e os momentos do Paços de Ferreira 1 - Benfica 3

Encarnados foram para intervalo a perder por 1-0 mas acabaram por dar a volta ao resultado

O golo do Paços aos 9'

Jonas empata aos 72'

E bisa aos 88'

Rafa faz o 3-1 aos 94'

Casos

Rafa a servir André Almeida, este remata na cara de Defendi, mas permite o corte de Ricardo. O jogador encarnado reclama que o central pacense desviou com a mão.

Rafa cai na área na luta com Gian. Muitos protestos, mas segue a partida.

Canto de Cervi, para o primeiro poste, corta a defesa do Paços, que fica a protestar uma falta ofensiva de Rúben Dias.

Rafa pede mão de Quiñones. Fábio Veríssimo recorre ao vídeo-árbitro para analisar o lance, entende que não há nada.

Cartão vermelho para Gian Martins

Outros momentos

Ler mais

Exclusivos

Premium

Rosália Amorim

"Sem emoção não há uma boa relação"

A frase calorosa é do primeiro-ministro António Costa, na visita oficial a Angola. Foi recebido com pompa e circunstância, por oito ministros e pelo governador do banco central e com honras de parada militar. Em África a simbologia desta grande receção foi marcante e é verdadeiramente importante. Angola demonstrou, para dentro e para fora, que Portugal continua a ser um parceiro importante. Ontem, o encontro previsto com João Lourenço foi igualmente simbólico e relevante para o futuro desta aliança estratégica.

Premium

João Gobern

Tirar a nódoa

São poucas as "fugas", poucos os desvios à honestidade intelectual que irritem mais do que a apropriação do alheio em conluio com a apresentação do mesmo com outra "assinatura". É vulgarmente referido como plágio e, em muitos casos, serve para disfarçar a preguiça, para fintar a falta de inspiração (ou "bloqueio", se preferirem), para funcionar como via rápida para um destino em que parece não importar o património alheio. No meio jornalístico, tive a sorte de me deparar com poucos casos dessa prática repulsiva - e alguns deles até apresentavam atenuantes profundas. Mas também tive o azar de me cruzar, por alguns meses, tempo ainda assim demasiado, com um diretor que tinha amealhado créditos ao publicar como sua uma tese universitária, revertido para (longo) artigo de jornal. A tese e a história "passaram", o diretor foi ficando. Até hoje, porque muitos desconhecem essa nódoa e outros preferiram olhar para o lado enquanto o promoviam.