Gian Piero Ventura despedido do cargo de selecionador italiano

O treinador foi esta quarta-feira afastado do cargo de selecionador italiano, depois de ter falhado a qualificação para a fase final do Mundial 2018, anunciou a Federação Italiana de Futebol (FIGC)

A decisão foi revelada após uma reunião da FIGC, convocada pelo presidente Carlo Tavecchio, para analisar o fracasso da seleção transalpina no apuramento para o Campeonato do Mundo que vai decorrer na Rússia, algo que não sucedia há 60 anos.

"A partir de hoje, Gian Piero Ventura deixou de ser o selecionador italiano", lê-se num comunicado do organismo.

Ventura, de 69 anos, estava na seleção azzurra desde julho de 2016.

Em toda a sua história, a Itália apenas perdeu a primeira edição do Mundial, em 1930, no Uruguai, declinando o convite para participar, e a de 1958, na Suécia.

A eliminação na segunda-feira também significou o fim de um ciclo para alguns símbolos da seleção, como Gianluigi Buffon, Daniele De Rossi e Andrea Barzagli, que eram os únicos campeões mundiais de 2006 ainda a permanecer na equipa.

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Maria Antónia de Almeida Santos

Uma opinião sustentável

De um ponto de vista global e a nível histórico, poucos conceitos têm sido tão úteis e operativos como o do desenvolvimento sustentável. Trouxe-nos a noção do sistémico, no sentido em que cimentou a ideia de que as ações, individuais ou em grupo, têm reflexo no conjunto de todos. Semeou também a consciência do "sustentável" como algo capaz de suprir as necessidades do presente sem comprometer o futuro do planeta. Na sequência, surgiu também o pressuposto de que a diversidade cultural é tão importante como a biodiversidade e, hoje, a pobreza no mundo, a inclusão, a demografia e a migração entram na ordem do dia da discussão mundial.