Marrocos bate Uzbequistão com ajuda de Manuel da Costa

Marrocos é a segunda seleção a defrontar Portugal no Mundial de 2018, na Rússia, num embate marcado para 20 de junho, na capital Moscovo.

A seleção de Marrocos, adversária de Portugal na fase final do Mundial de futebol de 2018, venceu esta terça-feira o Uzbequistão por 2-0, num particular realizado em Casablanca.

A formação africana adiantou-se no marcador logo aos quatro minutos, por intermédio de Ayoub El Kaabi, e, aos 43, o central Manuel da Costa, internacional português nos sub-21, fechou o resultado.

Marrocos é a segunda seleção a defrontar Portugal no Mundial de 2018, na Rússia, num embate marcado para 20 de junho, na capital Moscovo.

Antes, a formação das quinas estreia-se frente à Espanha, a 15 de junho, em Sochi, para, a 25, em Saransk, fechar a sua participação no Grupo B face ao Irão, de Carlos Queiroz, que hoje bateu a Argélia por 2-1, em Graz, na Áustria.

Ler mais

Premium

Henrique Burnay

Discretamente, sem ninguém ver

Enquanto nos Estados Unidos se discute se o candidato a juiz do Supremo Tribunal de Justiça americano tentou, ou não, há 36 anos abusar, ou mesmo violar, uma colega (quando tinham 17 e 15 anos), para além de tudo o que Kavanauhg pensa, pensou, já disse ou escreveu sobre o que quer que seja, em Portugal ninguém desconfia quem seja, o que pensa ou o que pretende fazer a senhora nomeada procuradora-geral da República, na noite de quinta-feira passada. Enquanto lá se esmiúça, por cá elogia-se (quem elogia) que o primeiro-ministro e o Presidente da República tenham muito discretamente combinado entre si e apanhado toda a gente de surpresa. Aliás, o apanhar toda a gente de surpresa deu, até, direito a que se recordasse como havia aqui genialidade tática. E os jornais que garantiram ter boas fontes a informar que ia ser outra coisa pedem desculpa mas não dizem se enganaram ou foram enganados. A diferença entre lá e cá é monumental.

Premium

Ruy Castro

À falta do Nobel, o Ig Nobel

Uma das frustrações brasileiras históricas é a de que, até hoje, o Brasil não ganhou um Prémio Nobel. Não por falta de quem o merecesse - se fizesse direitinho o seu dever de casa, a Academia Sueca, que distribui o prémio desde 1901, teria descoberto qualidades no nosso Alberto Santos-Dumont, que foi o verdadeiro inventor do avião, em João Guimarães Rosa, autor do romance Grande Sertão: Veredas, escrito num misto de português e sânscrito arcaico, e, naturalmente, no querido Garrincha, nem que tivessem de providenciar uma categoria especial para ele.