Daniel Ricciardo na 'pole' para o GP do Mónaco

O australiano Daniel Ricciardo (Red Bull) conseguiu hoje a segunda 'pole position' da carreira, nas qualificações para o Grande Prémio do Mónaco, sexta prova do campeonato do mundo de Fórmula 1, que se disputa no domingo em Monte Carlo.

Ricciardo, que rodou em 1.10,810 minutos, terá a seu lado na grelha de partida o alemão Sebastian Vettel (Ferrari) e o britânico Lewis Hamilton (Mercedes), líder do Mundial de pilotos.

A primeira 'pole' de Daniel Ricciardo tinha sido em conseguida em 2016, também no Mónaco, tendo o australiano terminado a prova em segundo lugar, atrás de Hamilton.

O holandês Max Verstappen, companheiro de equipa de Ricciardo, vai sair do último lugar da grelha, uma vez que sofreu um acidente na terceira sessão de treinos livres e não participou na qualificação.

Ler mais

Exclusivos

Premium

Henrique Burnay

Discretamente, sem ninguém ver

Enquanto nos Estados Unidos se discute se o candidato a juiz do Supremo Tribunal de Justiça americano tentou, ou não, há 36 anos abusar, ou mesmo violar, uma colega (quando tinham 17 e 15 anos), para além de tudo o que Kavanauhg pensa, pensou, já disse ou escreveu sobre o que quer que seja, em Portugal ninguém desconfia quem seja, o que pensa ou o que pretende fazer a senhora nomeada procuradora-geral da República, na noite de quinta-feira passada. Enquanto lá se esmiúça, por cá elogia-se (quem elogia) que o primeiro-ministro e o Presidente da República tenham muito discretamente combinado entre si e apanhado toda a gente de surpresa. Aliás, o apanhar toda a gente de surpresa deu, até, direito a que se recordasse como havia aqui genialidade tática. E os jornais que garantiram ter boas fontes a informar que ia ser outra coisa pedem desculpa mas não dizem se enganaram ou foram enganados. A diferença entre lá e cá é monumental.

Premium

Ruy Castro

À falta do Nobel, o Ig Nobel

Uma das frustrações brasileiras históricas é a de que, até hoje, o Brasil não ganhou um Prémio Nobel. Não por falta de quem o merecesse - se fizesse direitinho o seu dever de casa, a Academia Sueca, que distribui o prémio desde 1901, teria descoberto qualidades no nosso Alberto Santos-Dumont, que foi o verdadeiro inventor do avião, em João Guimarães Rosa, autor do romance Grande Sertão: Veredas, escrito num misto de português e sânscrito arcaico, e, naturalmente, no querido Garrincha, nem que tivessem de providenciar uma categoria especial para ele.