Fenerbahçe vence Sp. Braga pela margem mínima (1-0)

Minhotos bateram-se muito bem, podiam ter marcado antes do golo turco e agora estão obrigados a virar a eliminatória no Minho. Não é uma utopia pensar nos quartos-de-final

O Sp. Braga joga motivado pelo registo de 15 jogos consecutivos sem perder e após uma vitória moralizadora diante do FC Porto foi a Istambul jogar de igual para igual com o Fenerbahçe de Vítor Pereira. Mas um golo de Topal acabou por fazer a diferença aos 82 minutos.

A equipa portuguesa teve duas grandes oportunidades de golo no jogo, uma de Hassan e outra de Josué, que obrigou Demirel a fazer uma grande defesa. Mas Matteus também esteve atento e teve de se aplicar. Evitou o golo a Van Persie (ainda marcou mas o lance foi invalidade por fora de jogo) e a Erkin, que tentou fazer um golo de canto direto.

Bruno Alves foi titular na equipa turca, enquanto Raul Meireles e Nani começaram no banco e entraram na segunda parte. Para o jogo da segunda mão, em Braga, dia 17, Paulo Fonseca não poderá contar com Luiz Carlos, que viu um cartão amarelo na Turquia.

Fenerbahçe: Volkan Demirel; Sener Ozbayrakli, Kjaer, Bruno Alves e Caner Erkin; Mehmet Topal, Souza e Ozan Tufan; Alper Potuk, Volkan Sen e Van Persie.

Sp. Braga: Matheus; Baiano, Ricardo Ferreira, André Pinto e Goiano; Luiz Carlos, Vukcevic, Josué e Rafa; Wilson Eduardo e Hassan.

Ler mais

Exclusivos

Premium

Nuno Artur Silva

Notícias da frente da guerra

Passaram cem anos do fim da Primeira Guerra Mundial. Foi a data do Armistício assinado entre os Aliados e o Império Alemão e do cessar-fogo na Frente Ocidental. As hostilidades continuaram ainda em outras regiões. Duas décadas depois, começava a Segunda Guerra Mundial, "um conflito militar global (...) Marcado por um número significativo de ataques contra civis, incluindo o Holocausto e a única vez em que armas nucleares foram utilizadas em combate, foi o conflito mais letal da história da humanidade, resultando entre 50 e mais de 70 milhões de mortes" (Wikipédia).

Premium

nuno camarneiro

Uma aldeia no centro da cidade

Os vizinhos conhecem-se pelos nomes, cultivam hortas e jardins comunitários, trocam móveis a que já não dão uso, organizam almoços, jogos de futebol e até magustos, como aconteceu no sábado passado. Não estou a descrever uma aldeia do Minho ou da Beira Baixa, tampouco uma comunidade hippie perdida na serra da Lousã, tudo isto acontece em plena Lisboa, numa rua com escadinhas que pertence ao Bairro dos Anjos.

Premium

Rui Pedro Tendinha

O João. Outra vez, o João Salaviza...

Foi neste fim de semana. Um fim de semana em que o cinema português foi notícia e ninguém reparou. Entre ex-presidentes de futebol a serem presos e desmentidos de fake news, parece que a vitória de Chuva É Cantoria na Aldeia dos Mortos, de Renée Nader Messora e João Salaviza, no Festival do Rio, e o anúncio da nomeação de Diamantino, de Daniel Schmidt e Gabriel Abrantes, nos European Film Awards, não deixou o espaço mediático curioso.