Benfica, Sporting e FC Porto com 49 jogadores em fundos

No ano passado os três grandes tinham nos seus quadros quase cinco dezenas de futebolistas com passes detidos parcialmente por fundos nacionais e internacionais. DN investigou sociedade luxemburguesa que negociou James para FC Porto. Um dos diretores tem imobiliária no mesmo prédio da Casa do FC Porto em Lisboa.

Chamam-se fundos e o nome não podia ser mais apropriado. É preciso escavar bem fundo para descobrir quem controla, quem investe e onde estão sediadas as sociedades que detêm os direitos económicos dos futebolistas. Portugal é mesmo dos países mais férteis para ver nascer ou crescer o negócio dos fundos de investimento no futebol. Segundo um estudo da consultora KPMG, no ano passado, entre 40 a 70 jogadores da principal Liga tinham o seu passe disperso, pertença de empresários, fundos e clubes. Sendo na sua maioria atletas valiosos, representavam 27 a 36% do valor do mercado de jogadores do campeonato nacional (estimado entre 231 e 303 milhões de euros). Portugal é mesmo o país europeu que mais recorre a estes instrumentos financeiros para comprar atletas.

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