A surpresa que esperava a seleção em Kratovo

A equipa das quinas chegou esta tarde ao centro de estágios na Rússia e teve uma agradável receção

A comitiva portuguesa vai ficar instalada em Kratovo, nesta fase final do Campeonato do Mundo de Futebol na Rússia, a cerca de 50 quilómetros de Moscovo, onde funciona normalmente o centro de treinos do FC Saturn.

Chegados à Rússia pelas 16:00 de Portugal Continental, os jogadores seguiram para o quartel-general, que fica a 11 quilómetros do Aeroporto Internacional Zhukovsky. E tiveram uma agradável surpresa à chegada aos quartos.

À espera dos jogadores nacionais estava um quadro personalizado de cada um nas paredes. A imagem mostrava, de um lado, os craques em pequenos e, do outro, estes na atualidade, ao serviço da seleção.

Veja as imagens que alguns dos futebolistas partilharam nas suas páginas nas redes sociais e assista à cerimónia de boas-vindas a que a comitiva nacional teve direito.

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A frase calorosa é do primeiro-ministro António Costa, na visita oficial a Angola. Foi recebido com pompa e circunstância, por oito ministros e pelo governador do banco central e com honras de parada militar. Em África a simbologia desta grande receção foi marcante e é verdadeiramente importante. Angola demonstrou, para dentro e para fora, que Portugal continua a ser um parceiro importante. Ontem, o encontro previsto com João Lourenço foi igualmente simbólico e relevante para o futuro desta aliança estratégica.

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São poucas as "fugas", poucos os desvios à honestidade intelectual que irritem mais do que a apropriação do alheio em conluio com a apresentação do mesmo com outra "assinatura". É vulgarmente referido como plágio e, em muitos casos, serve para disfarçar a preguiça, para fintar a falta de inspiração (ou "bloqueio", se preferirem), para funcionar como via rápida para um destino em que parece não importar o património alheio. No meio jornalístico, tive a sorte de me deparar com poucos casos dessa prática repulsiva - e alguns deles até apresentavam atenuantes profundas. Mas também tive o azar de me cruzar, por alguns meses, tempo ainda assim demasiado, com um diretor que tinha amealhado créditos ao publicar como sua uma tese universitária, revertido para (longo) artigo de jornal. A tese e a história "passaram", o diretor foi ficando. Até hoje, porque muitos desconhecem essa nódoa e outros preferiram olhar para o lado enquanto o promoviam.