Exclusivo Goleadas, rivalidade e uma cabeça de leitão. Dez episódios que marcam o Real-Barça

Hoje é dia de El Clásico em Espanha, talvez um dos mais invulgares da longa história entre os dois clubes iniciada em 1902. Não haverá público e a partida, que poderá deixar um dos dois de fora da luta pelo título, terá lugar no centro de treinos dos merengues.

A meio de fevereiro, o destino da Liga espanhola parecia entregue ao Atlético de Madrid. Com nove pontos de avanço sobre os outros dois candidatos e uma equipa sólida como é costume nas formações de Diego Simeone, pouco espetaculares mas objetivas, poucos acreditariam que um mês e meio depois a disputa pelo título estivesse mais aberta que nunca. Duas derrotas e três empates cedidos pelos colchoneros permitiram que Barcelona e Real Madrid reduzissem distâncias e chegassem ao clássico de hoje (20h00, Eleven Sports 1) a morder os calcanhares aos rojiblancos, que apenas jogam amanhã em Sevilha, perante o Bétis. Em Madrid, num invulgar duelo sem público e disputado no Estádio Alfredo di Stéfano, em Valdebebas, no centro de estágios merengue, o Real entra em campo com menos três pontos que o líder e menos dois que o seu grande rival catalão mas a vantagem de ter triunfado na primeira volta. Naquele que pode ser o último El Clásico de Messi, caso o argentino resolva não renovar contrato, o DN recorda alguns episódios que marcaram uma rivalidade que vai muito além do futebol.

Primeiro round: vitória catalã em Madrid

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