Diogo Rosado. Máfia, indianos, o bairro e a ajuda de Rui Jorge

Reforço de janeiro do Paços de Ferreira, o médio tenta recuperar tempo perdido. Hoje defronta o clube que sonhou representar, o Sporting, e ao qual deu um título de juniores no último minuto.

Há jogadores que só pela forma como pisam ou andam pelo relvado não enganam. Diogo Rosado foi um desses casos. Brilhou em Alcochete, onde fez grande parte da sua formação e era visto como um médio de exceção portador de um pé esquerdo de luxo, mas na transição para sénior colecionou cenas dignas de um filme (ou de um livro) que têm vindo a retardar, não se sabe para sempre, uma carreira que se previa de êxitos.

Hoje, o Paços de Ferreira de Diogo Rosado defronta o Sporting, e o DN, antes deste jogo carregado de simbolismo para o futebolista nascido em Peniche, foi tentar perceber por que razão o atleta de 25 anos tarda em confirmar as expectativas. "Não sei muito bem o que é que se passou para não ter evoluído como muitos esperavam..."

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