Académica oficializa Fernando Alexandre e Manoel

Foram apresentados esta quinta-feira pela Académica dois reforços para a nova época da Liga portuguesa de futebol: o médio Fernando Alexandre e o avançado Manoel.

A Académica apresentou nesta quinta-feira, oficialmente, o avançado brasileiro Manoel como reforço para a nova época da Liga portuguesa de futebol, por empréstimo dos brasileiros do Grémio Anápolis.

O avançado, de 24 anos, que na última época representou o Sporting de Braga, disse no sítio da Académica na Internet que veio "para ajudar" o clube a conquistar os seus objetivos e "marcar muitos golos".

Também durante o dia de hoje, a "Briosa" oficializou a contratação do médio Fernando Alexandre, de 27 anos, ex-Olhanense, por uma época. "Espero continuar a jogar e a evoluir e ajudar a cimentar a Académica na I Liga e a fazer um campeonato tranquilo", frisou o jogador, também em declarações ao sítio do clube na Internet.

O clube dos "estudantes" iniciou na quarta-feira a preparação da temporada 2013/2014, com a realização dos habituais exames médicos, que se estendem até sexta-feira.

Após completar a primeira semana e meia de trabalho em Coimbra, a Académica segue para estágio entre os dias 18 e 26 de Julho, com a concentração dos jogadores no Centro de Estágio Rosa Náutica, em Quiaios, na Figueira da Foz.

Ler mais

Exclusivos

Premium

Adriano Moreira

O relatório do Conselho de Segurança

A Carta das Nações Unidas estabelece uma distinção entre a força do poder e o poder da palavra, em que o primeiro tem visibilidade na organização e competências do Conselho de Segurança, que toma decisões obrigatórias, e o segundo na Assembleia Geral que sobretudo vota orientações. Tem acontecido, e ganhou visibilidade no ano findo, que o secretário-geral, como mais alto funcionário da ONU e intervenções nas reuniões de todos os Conselhos, é muitas vezes a única voz que exprime o pensamento da organização sobre as questões mundiais, a chamar as atenções dos jovens e organizações internacionais, públicas e privadas, para a necessidade de fortalecer ou impedir a debilidade das intervenções sustentadoras dos objetivos da ONU.