Éder já deu conta do paradeiro à Polícia Judiciária

O futebolista Éder, da Académica, deu este domingo conta do seu paradeiro à Polícia Judiciária (PJ), depois de dirigentes do clube de Coimbra terem participado o seu desaparecimento no sábado, no Porto.

Fonte próxima do jogador disse hoje à agência Lusa que o avançado "não desapareceu", está em casa e já informou a PJ sobre o seu paradeiro. Segundo a mesma fonte, o futebolista fez "tudo pelo seu próprio pé" e, entretanto, disse à PJ que "está bem e que não se passou nada".

"Não houve qualquer fuga ou qualquer desaparecimento. Encontro-me em Lisboa com a minha família", disse Éder, por telefone, à rádio Renascença.

"Tivemos uma reunião no hotel, mas eu não gostei da forma como as coisas foram conduzidas e achei que não era o melhor para a minha carreira. Resolvi retirar-me. Ligaram-se da PJ, mas já disse que não desapareci. Inclusive liguei para o hotel a pedir para me guardarem as coisas", acrescentou.

O presidente da Académica, José Eduardo Simões, e o vice-presidente Luís Godinho, participaram à Polícia Judiciária do Porto o desaparecimento de Éder, por desconhecerem o paradeiro do jogador, depois de ter sido deixado por dirigentes num hotel para negociar a transferência para o West Ham, de Inglaterra.

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