Wenger: um "privilégio" completar 1000 jogos pelo Arsenal

O treinador francês Arsene Wenger disse hoje que é "um privilégio e uma honra" completar o milésimo jogo no comando técnico do Arsenal, marca que atingirá no sábado quando defrontar o Chelsea, para o campeonato inglês de futebol.

Aos 64 anos, Wenger tornar-se-á o quarto a alcançar os 1.000 jogos como treinador de uma equipa inglesa, depois de Matt Busby e Alex Ferguson, ambos no Manchester United, e Dario Gradi, no Crewe Alexandra.

"O clube sempre me apoiou. O tempo dirá se ajudei a transformá-lo num clube melhor do que era quando cheguei, mas espero que sim", observou Wenger, em conferência de imprensa no centro de estágio do Arsenal, a norte de Londres.

Desde que chegou ao clube londrino, em 1996, proveniente dos japoneses do Nagoya Grampus Eight, Wenger conquistou três títulos de campeão inglês e quatro Taças de Inglaterra, mas não ganha qualquer troféu desde 2005.

Wenger espera quebrar este ano o "jejum" de títulos, apesar de já ter sido eliminado na Liga dos Campeões, pois ocupa a terceira posição do campeonato, a quatro pontos do líder Chelsea, treinado pelo português José Mourinho, que tem mais um jogo realizado.

"Temos grandes jogadores, por isso estou confiante que poderemos ganhar troféus. Estou extremamente motivado para continuar, mas admito que os próximos 1.000 [jogos] será uma marca difícil de atingir", assinalou.

Na véspera do confronto com o rival londrino, José Mourinho expressou a sua "admiração" por Wenger e pelo Arsenal, lembrando que "não é possível fazer 1.000 jogos se o clube não for também fantástico".

"Em especial na forma como [o clube] apoia o seu treinador, especialmente nos momentos maus e especialmente se esses momentos maus forem muitos", acrescentou o treinador português.

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