Golo tardio de Héldon dá apuramento a Cabo Verde

O avançado do Marítimo marcou, já em cima do minuto 90', o golo com que os cabo-verdianos bateram Angola (2-1) e que carimbou a passagem aos quartos de final da CAN.

Cabo Verde garantiu este domingo a passagem aos quartos de final da Taça das Nações Africanas (CAN), depois de bater no seu terceiro jogo do grupo A a seleção angolana por 2-1.

No Nelson Mandela Bay, em Port Elizabeth, África do Sul, Héldon, avançado do Marítimo, acabou por ser o herói do encontro uma vez que foi graças a um golo seu, à passagem do minuto 90', que os 'tubarões azuis' carimbaram o acesso à fase seguinte naquela que é a sua primeira participação na maior prova de seleções do continente africano.

Antes do golo de Héldon, Fernando Varela tinha reposto a igualdade no marcador (81') e reacendido a esperança dos comandados de Lúcio Antunes, que fecharam esta fase com cinco pontos, na segunda posição do grupo, atrás da África do Sul que empatou (2-2) diante da congénere marroquina.

De fora dos 'quartos' fica Angola, orientada por Gustavo Ferrín, que até entrou melhor na partida e que esteve a ganhar por 1-0, devido ao autogolo de Nando (34'). No entanto, os 'palancas negras' não seguraram a vantagem e deixam assim a África do Sul com apenas um ponto conquistado.

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Henrique Burnay

Discretamente, sem ninguém ver

Enquanto nos Estados Unidos se discute se o candidato a juiz do Supremo Tribunal de Justiça americano tentou, ou não, há 36 anos abusar, ou mesmo violar, uma colega (quando tinham 17 e 15 anos), para além de tudo o que Kavanauhg pensa, pensou, já disse ou escreveu sobre o que quer que seja, em Portugal ninguém desconfia quem seja, o que pensa ou o que pretende fazer a senhora nomeada procuradora-geral da República, na noite de quinta-feira passada. Enquanto lá se esmiúça, por cá elogia-se (quem elogia) que o primeiro-ministro e o Presidente da República tenham muito discretamente combinado entre si e apanhado toda a gente de surpresa. Aliás, o apanhar toda a gente de surpresa deu, até, direito a que se recordasse como havia aqui genialidade tática. E os jornais que garantiram ter boas fontes a informar que ia ser outra coisa pedem desculpa mas não dizem se enganaram ou foram enganados. A diferença entre lá e cá é monumental.