Ferguson quer Mourinho ou Guardiola para lhe suceder

O técnico dos red devils pondera quem deverá sentar-se no banco de Old Trafford quando se retirar. O português e o espanhol afiguram-se como as únicas alternativas aprovadas pelo escocês.

Aos 70 anos, Alex Ferguson já vai na 27.ª temporada no comando técnico do Manchester United. E embora garanta que enquanto se sentir saudável continuará no cargo por mais alguns anos, o escocês já estará a pensar em quem será o melhor candidato para o suceder, de acordo com o que avança esta quarta-feira o site Goal.com.

José Mourinho e Pep Guardiola serão as únicas figuras que Ferguson idealiza para o futuro comando dos red devils, de acordo com fontes próximas do clube citadas pelo site.

"O plano de sucessão é delicado porque o clube precisa de continuar a render em campo e porque uma mudança tão drástica pode ter influência no mercado bolsista. David Gill [diretor executivo do Man. United] não acha pertinente abordar já o assunto, porque foi-lhe garantido que um dia receberá uma chamada telefónica de Sir Alex", terão afirmado as mesmas fontes, que também garantem que uma eventual saída do técnico de 70 anos acontecerá sem aviso prévio.

A disponibilidade do treinador português e do espanhol será importante na decisão de lhes apresentar alguma proposta, pelo que o verão de 2013, quando Guardiola termina o seu ano sabático e Mourinho completa um triénio no Real Madrid, está apontado como uma altura em que as mudanças poderão acontecer.

Ainda de acordo com o mesmo site, a reduzida lista preferencial de Alex Ferguson prende-se com as conquistas alcançadas por ambos.

No caso de Guardiola, a função do típico "manager" inglês (que comanda todas as operações futebolísticas do clube, sem grande intervenção da direção) seria um grande atrativo para o catalão, e a sua compostura agradaria ao estilo dos red devils.

Já com Mourinho, o desejo já manifestado de voltar a Inglaterra quando sair do Real Madrid, o respeito que nurtre por Alex Ferguson e a personalidade ambiciosa e determinada seriam a chave, mas a dúvida de quando sairia de Madrid, aliada ao facto de nunca ter treinado nenhum clube por mais de quatro épocas seria um impedimento.

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