Desonra e humilhação histórica são títulos da imprensa

A imprensa internacional deu hoje eco à histórica derrota do Brasil frente à Alemanha, por 7-1, na meia-final do Mundial2014 de futebol, falando em desonra, desastre e humilhação.

"Eterna desonra", escreve o jornal espanhol 'Marca', dizendo que a "Alemanha deu um banho histórico à 'canarinha'" e que o "drama nacional no Brasil é comparável ao Maracanazo", nome dado à derrota com o Uruguai (2-1), no jogo decisivo no Mundial de 1950, também disputado no Brasil.

O também espanhol 'As' fala em "sete maracanazos" e diz que "a Alemanha chega à final depois de infligir ao Brasil a pior derrota da sua história".

"A maior humilhação mundial", titula o catalão 'Sport', que fala num momento "histórico, brutal, incrível", referindo que "os alemães submeteram os de [Luiz] Felipe Scolari ao pior corretivo numa meia-final de um Mundial".

A britânica 'BBC' diz que "Alemanha destrói Brasil para atingir final" e que os brasileiros sofreram "uma das derrotas mais humilhantes" das histórias dos Mundiais.

"Pesadelo do anfitrião", descreve o sítio da 'Sky Sports', que fala em "demolição" da seleção alemã.

O francês 'L'Equipe' fala em "o desastre", com uma foto de David Luiz ajoelhado, considerando que a "Alemanha infligiu uma derrota histórica ao Brasil".

"Brasil, humilhação histórica", refere a italiana 'Gazzetta Dello Sport', que diz que "a seleção, sem Neymar e Thiago Silva, sofre derrota sem precedentes".

A revista 'France Football' diz que "o sonho mais bonito virou o pior pesadelo", vincando que o dia 08 de julho vai "entrar para a história do futebol brasileiro".

"Diz-me que são sete...", escreve o argentino 'Olé', que acrescenta que os alemães deram aos brasileiros "uma lição de futebol e que os fizeram passar vergonha, com o 7-1 junto da sua gente".

Na Alemanha, fala-se em "loucura", com o 'Bild' a escrever que a seleção jogou um "futebol de outro planeta".

Para o 'Die Welt', o triunfo de Belo Horizonte tornou-se "uma lenda", enquanto a 'Kicker' refere que a equipa de Joachim Löw chocou 200 milhões de brasileiros, afastando o anfitrião de "forma impressionante".

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