Pinto da Costa: "Os bons jogadores interessam sempre"

Presidente do FC Porto fala do mercado de transferências - Diego Reyes, Labyad, Izmailov e Centurión - e diz que foi avisado telefonicamente de que não haveria jogo no Bonfim.

Jorge Nuno Pinto da Costa garantiu que preferia que o Vitória de Setúbal-FC Porto tivesse sido disputado esta sexta-feira, pois considera que a chuva não seria um entrave a uma vitória dos bicampeões nacionais. "A nossa equipa joga com chuva, neve, sol... Já vencemos muitas coisas em qualquer condição climatérica", destacou o presidente dos dragões.

O líder portista disse que foi "avisado telefonicamente" de que não haveria jogo, antes de chegar ao Bonfim, e que a decisão teve consenso total, apesar de Pinto da Costa garantir que não participou na mesma. "Preferia ter jogado hoje [n.d.r. sexta-feira]. Estava tudo programado mas o campo estava impraticável e o árbitro achou que não via as linhas. Nem vi os testes, nem o relvado, estou a falar pelo que me disseram. Estiveram todos de acordo que não havia condições para jogar", frisou.

Pinto da Costa não escapou às perguntas sobre o mercado de transferências, numa altura em que Diego Reyes (América), Ricardo Centurión (Racing) e até Marat Izmailov e Labyad (Sporting) são colocados na rota do Dragão. O foco esteve no jovem mexicano. "O Diego Reyes é bom jogador, mas li há uns dias que esse jogador já estava certo no Benfica", disse o dirigente, sem confirmar a aquisição do campeão olímpico, mas vincando que os dragões já têm "centrais de grandes qualidade".

Confrontado com os nomes de Izmailov, Labyad e Centurión, Pinto da Costa disse que não comenta "manchetes de jornais" e repetiu o que já tinha dito sobre Reyes. "Os bons jogadores interessam sempre", admitiu, não querendo tecer comentários "nem sobre compras, nem sobre vendas".

Sobre o facto de o Benfica, sem ter jogado, já ter conquistado o simbólico título de "campeão de inverno", Pinto da Costa mostrou-se despreocupado. "O mais importante é terminar a época desportiva no primeiro lugar e não o ano civil. Não é importante ser campeão de inverno nem de primavera. Espero é em 2013 continuar a ganhar. Desde que eu era diretor do futebol que me lembro de campeonatos decididos à última jornada, por isso isto não é nada de anormal", frisou.

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