Peseiro garante bom futebol mas tem exigência de vitórias

Hugo Viana elogia técnico que põe as equipas a jogar "muitíssimo bem". Ricardo Costa avisa que lhe vão exigir já vitórias. E Pedro Marques Lopes pede uma "nova mentalidade"

O treinador que "põe as equipas a jogar muitíssimo bem, sem receio algum", chega ao sítio onde, agora, antes de mais, exigem as vitórias que escassearam no último ano e meio: "As pessoas só querem que o FC Porto jogue "à Porto" e ganhe, nem que seja por 1-0". É a história de um homem perante o maior desafio de 25 anos de carreira: José Peseiro. Quem já trabalhou com ele (como Hugo Viana), conhece de perto a realidade portista (Ricardo Costa) ou vibra com o clube azul e branco (o adepto Pedro Marques Lopes) aponta, ao DN, as condições para que tenha sucesso.

José Peseiro, de 55 anos, é um amante do futebol espetáculo, de forte pendor ofensivo: as suas equipas até podem não ganhar tudo (a Taça de Liga de 2012/13, conquistada pelo Sp. Braga é o único título da carreira) mas deixam sempre boa impressão - inclusive nos jogadores que as integram. "Ele só tem pontos fortes: é excelente, como pessoa e como treinador. É um conhecedor nato do futebol, que sabe ler o jogo como poucos. Sempre adorei trabalhar com ele", descreve Hugo Viana, que foi orientado pelo ribatejano no Sporting (2004/05) e em Braga (2012/13).

Hugo Viana sublinha a paixão do técnico pelo bom futebol: "Ele põe as equipas a jogar muitíssimo bem, sem receio algum". E lembra o seu "excelente trabalho" no Sp. Braga: apurou a equipa minhota para a Liga dos Campeões e conseguiu "grandes exibições" na prova europeia. No entanto, aí os resultados nem sempre corresponderam: por exemplo, esteve a vencer o Manchester United (2-0 fora, 1-0 em casa) e permitiu duas reviravoltas.

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