Sócios do FC Porto já esgotaram bilhetes para o 'clássico' na Luz

Bilhetes foram vendidos a 25 euros

O FC Porto anunciou hoje já ter vendido a totalidade de bilhetes para sócios do clube para a visita ao Benfica, no sábado, da 27.ª jornada da I Liga de futebol, pouco depois de ter iniciado a venda.

Os ingressos para o 'clássico' entre os dois primeiros classificados, separados por um ponto, foram colocados à venda pelo preço unitário de 25 euros.

A venda foi processada com algumas restrições, tendo sido exclusivamente para sócios detentores de lugar anual com a quota de janeiro de 2017 e que tenham assistido a pelo menos 11 jogos da época em curso no Estádio do Dragão.

A fila começou a ser formada ao princípio da noite de segunda-feira e cada pessoa pôde adquirir apenas um bilhete mediante a apresentação obrigatória do respetivo cartão de sócio ou cartão de cidadão.

O jogo entre o Benfica e o FC Porto está marcado para sábado, pelas 20:30, no Estádio da Luz, em Lisboa, onde vão estar pelo menos 3.250 adeptos dos 'azuis e brancos'.

Ler mais

Exclusivos

Premium

Henrique Burnay

Discretamente, sem ninguém ver

Enquanto nos Estados Unidos se discute se o candidato a juiz do Supremo Tribunal de Justiça americano tentou, ou não, há 36 anos abusar, ou mesmo violar, uma colega (quando tinham 17 e 15 anos), para além de tudo o que Kavanauhg pensa, pensou, já disse ou escreveu sobre o que quer que seja, em Portugal ninguém desconfia quem seja, o que pensa ou o que pretende fazer a senhora nomeada procuradora-geral da República, na noite de quinta-feira passada. Enquanto lá se esmiúça, por cá elogia-se (quem elogia) que o primeiro-ministro e o Presidente da República tenham muito discretamente combinado entre si e apanhado toda a gente de surpresa. Aliás, o apanhar toda a gente de surpresa deu, até, direito a que se recordasse como havia aqui genialidade tática. E os jornais que garantiram ter boas fontes a informar que ia ser outra coisa pedem desculpa mas não dizem se enganaram ou foram enganados. A diferença entre lá e cá é monumental.

Premium

Ruy Castro

À falta do Nobel, o Ig Nobel

Uma das frustrações brasileiras históricas é a de que, até hoje, o Brasil não ganhou um Prémio Nobel. Não por falta de quem o merecesse - se fizesse direitinho o seu dever de casa, a Academia Sueca, que distribui o prémio desde 1901, teria descoberto qualidades no nosso Alberto Santos-Dumont, que foi o verdadeiro inventor do avião, em João Guimarães Rosa, autor do romance Grande Sertão: Veredas, escrito num misto de português e sânscrito arcaico, e, naturalmente, no querido Garrincha, nem que tivessem de providenciar uma categoria especial para ele.