"Até dizem que tomamos coisas"

Médio portista fala em zunzuns que se ouvem sobre a capacidade física do plantel às ordens de Sérgio Conceição. À revista Dragões, o futebolista garante que não liga aos que dizem terceiros

"Não podemos ligar ao que dizem, até já ouvi por aí uns zunzuns que nós até tomávamos coisas para correr. Talvez as pessoas não tenham a noção do que a gente trabalha todos os dias e da exigência que o mister nos coloca no dia-a-dia. Se formos a ligar ao que as pessoas dizem...". Esta frase de Sérgio Oliveira é a mais marcante de uma entrevista concedida à revista Dragões.

O médio explica ainda que pesa no facto de estar a ser utilizado o conhecimento que o treinador tem sobre o seu futebol que já vinha da temporada passada quando se cruzaram no Nantes: "Digamos que no fundo ajudou, porque o mister foi-me conhecendo no dia-a-dia, sabia como eu treinava, conhecia as minhas qualidades e claro que pesou. No fundo, jogar domingo a domingo é diferente de quando acompanhas um jogador diariamente, vês a forma como ele trabalha, como ele tenta evoluir no dia-a-dia e ser melhor do que ontem. O mister percebeu que eu sou um jogador assim e acho que sim, esse facto pesou".

Ler mais

Exclusivos

Premium

Opinião

Os irados e o PAN

A TVI fez uma reportagem sobre um grupo de nome IRA, Intervenção e Resgate Animal. Retirados alguns erros na peça, como, por exemplo, tomar por sério um vídeo claramente satírico, mostra-se que estamos perante uma organização de justiceiros. Basta, aliás, ir à página deste grupo - que tem 136 000 seguidores - no Facebook para ter a confirmação inequívoca de que é um grupo de gente que despreza a lei e as instituições democráticas e que decidiu fazer aquilo que acha que é justiça pelas suas próprias mãos.

Premium

Margarida Balseiro Lopes

Falta (transparência) de financiamento na ciência

No início de 2018 foi apresentado em Portugal um relatório da OCDE sobre Ensino Superior e a Ciência. No diagnóstico feito à situação portuguesa conclui-se que é imperativa a necessidade de reformar e reorganizar a Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT), de aumentar a sua capacidade de gestão estratégica e de afastar o risco de captura de financiamento por áreas ou grupos. Quase um ano depois, relativamente a estas medidas que se impunham, o governo nada fez.