Aboubakar já esteve do segundo treino no Olival

O ponta-de-lança tem mercado na China, mas já integrou os trabalhos de pré-temporada dos dragões

Vila Nova de Gaia, Porto, 29 jun (Lusa) - OOdia de treinos do FC Porto com vista à temporada 2016/17, depois de ter falhado o arranque dos trabalho do futebol portista na véspera.

O camaronês tinha não pôde apresentar-se na terça-feira, devido a um problema nas ligações aéreas que atrasou o seu regresso, mas esta hoje já esteve no Olival a treinar sob as orientações do novo treinador dos 'dragões', Nuno Espírito Santo.

Ausente continua o defesa central nigeriano Chidozie, que está devidamente autorizado pelo clube, enquanto Alberto Bueno permanece à parte do restante grupo portista, por estar a trabalhar de forma condicionada.

Os jogadores que estiveram ou estão ao serviço das respetivas seleções e que chegarão mais tarde são Herrera, Layún, Corona, Diego Reyes, Raul Gudiño (México), Maxi Pereira (Uruguai), Casillas (Espanha) e Danilo (Portugal).

Ler mais

Exclusivos

Premium

Opinião

'Motu proprio' anti-abusos

1. Muitas vezes me tenho referido aqui, e não só aqui, à tragédia da pedofilia na Igreja. Foram milhares de menores e adultos vulneráveis que foram abusados. Mesmo sabendo que o número de pedófilos é muito superior na família e noutras instituições, a gravidade da situação na Igreja é mais dramática. Por várias razões: as pessoas confiavam na Igreja quase sem condições, o que significa que houve uma traição a essa confiança, e o clero e os religiosos têm responsabilidades especiais. O mais execrável: abusou-se e, a seguir, ameaçou-se as crianças para que mantivessem silêncio, pois, de outro modo, cometiam pecado e até poderiam ir para o inferno. Isto é monstruoso, o cume da perversão. E houve bispos, superiores maiores, cardeais, que encobriram, pois preferiram salvaguardar a instituição Igreja, quando a sua obrigação é proteger as pessoas, mais ainda quando as vítimas são crianças. O Papa Francisco chamou a esta situação "abusos sexuais, de poder e de consciência". Também diz, com razão, que a base é o "clericalismo", julgar-se numa situação de superioridade sagrada e, por isso, intocável. Neste abismo, onde é que está a superioridade do exemplo, a única que é legítimo reclamar?