Aboubakar de regresso aos treinos após representar Camarões

Os dragões prosseguiram esta terça-feira a preparação do jogo com o Portimonense, da Taça de Portugal, com uma sessão em conjunto com a equipa B, que já contou com o avançado camaronês

O avançado portista foi titular e jogou os 90 minutos na formação camaronesa, que no sábado empatou 2-2 na Zâmbia, em encontro da última ronda do Grupo B africano de apuramento para o Mundial 2018, que os Camarões falharam.

De acordo com a nota publicada no sítio dos dragões, no boletim clínico permanecem inscritos os nomes de Herrera - fez trabalho de recuperação no ginásio -, Soares, Otávio e Marega, que receberam tratamento e estiveram também no ginásio.

Ausentes, ao serviço das respetivas seleções, estão ainda os jogadores José Sá, Ricardo Pereira e Danilo (Portugal), Diogo Dalot (Portugal sub-21), Diego Reyes e Layún (México), Maxi Pereira (Uruguai) e Brahimi (Argélia).

O plantel portista volta ao trabalho pelas 10.00 de quarta-feira, no Centro de Treinos e Formação Desportiva PortoGaia, no Olival, numa sessão que voltará a decorrer à porta fechada.

O FC Porto recebe o Portimonense pelas 20.30 de sexta-feira, no Estádio do Dragão, em jogo a contar para os 16 avos de final da Taça de Portugal.

Ler mais

Exclusivos

Premium

Ricardo Paes Mamede

Legalização da canábis, um debate sóbrio 

O debate público em Portugal sobre a legalização da canábis é frequentemente tratado com displicência. Uns arrumam rapidamente o assunto como irrelevante; outros acusam os proponentes de usarem o tema como mera bandeira política. Tais atitudes fazem pouco sentido, por dois motivos. Primeiro, a discussão sobre o enquadramento legal da canábis está hoje em curso em vários pontos do mundo, não faltando bons motivos para tal. Segundo, Portugal tem bons motivos e está em boas condições para fazer esse caminho. Resta saber se há vontade.

Premium

nuno camarneiro

É Natal, é Natal

A criança puxa a mãe pela manga na direcção do corredor dos brinquedos. - Olha, mamã! Anda por aqui, anda! A mãe resiste. - Primeiro vamos ao pão, depois logo se vê... - Mas, oh, mamã! A senhora veste roupas cansadas e sapatos com gelhas e calos, as mãos são de empregada de limpeza ou operária, o rosto é um retrato de tristeza. Olho para o cesto das compras e vejo latas de atum, um quilo de arroz e dois pacotes de leite, tudo de marca branca. A menina deixa-se levar contrariada, os olhos fixados nas cores e nos brilhos que se afastam. - Depois vamos, não vamos, mamã? - Depois logo se vê, filhinha, depois logo se vê...