"Ele é a coisa mais próxima de Jordan que já vimos". Adeus, Kobe Bryant

É o fim de uma era: o base dos LA Lakers, ícone comparável a Michael Jordan, despede-se do basquetebol na próxima madrugada.

Ele prometeu-o na carta-poema com que anunciou a despedida ao seu querido basquetebol: "Serei sempre aquele rapaz - a fazer lançamentos imaginários que decidiam jogos no Great Western Forum [antiga casa dos LA Lakers] - com meias enroladas, o caixote de lixo a um canto, o cronómetro a marcar 5 segundos e a bola nas mãos: 5... 4... 3... 2... 1. Sempre te hei de amar". O rapaz cresceu, tem 37 anos e um corpo dorido, e os segundos finais da sua carreira estão a chegar. É o fim de um reinado (o adeus do "Michael Jordan" da era pós-Jordan): Kobe Bryant faz o último jogo na próxima madrugada (3.30, Sport TV2).

É daqueles momentos em que se parte qualquer coisa no coração dos fãs de basquetebol - como provavelmente não acontecia desde 16 de abril de 2003, dia em que Michael Jordan se despediu em definitivo, após um comeback pouco feliz, nos Washington Wizards, entre 2001 e 2003. Kobe Bryant diz adeus em casa (Los Angeles), num Staples Center lotado, com bilhetes a um preço médio de cerca de 1000 dólares [876 euros], e toda a família dos LA Lakers reunida (até o "ex-colega-mas-nem-sempre amigo" Shaquille O"Neal lá estará).

O jogo, com os Utah Jazz, só interessa aos visitantes - ainda lutam com os Houston Rockets pela última vaga nos play-off da Conferência Oeste da NBA. Para os Lakers, já nada vai evitar que 2015/16 seja a pior temporada da sua história na liga norte-americana de basquetebol (16 vitórias e 65 derrotas). Por isso, restam-lhes as memórias douradas das conquistas dos últimos 20 anos - todas sob a influência de The Black Mamba.

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