Exclusivo Do Futebol para a Vida. O movimento que já ajudou 400 jogadores

Associação tem encontrado situações dramáticas de futebolistas sem dinheiro para alimentar os filhos nem capacidade para comprar produtos de higiene. Cristiano Ronaldo, Mourinho, Bruno Fernandes e Jardel foram alguns que ajudaram das mais diversas formas.

Jogadores a pedir leite para os filhos, produtos de higiene para as mulheres ou pão e manteiga para as mães. Também há miséria no mundo do futebol, sobretudo nos escalões mais baixos. A indústria que é muito falada pelos milhões em transferências, direitos televisivos ou contratos publicitários, é a mesma em que faltam tostões para que muitos possam satisfazer necessidades básicas como alimentação, higiene e ter um teto.

Quando a pandemia eclodiu em Portugal, em março, o futebol parou, mas a vida não. Em conversa de amigos, os então capitães de Real e Loures, Ibraime Cassamá e Hugo Machado, chegaram à conclusão que existiam colegas de profissão a passar dificuldades e puseram mãos à obra. Numa altura em que o país estava confinado e ainda pouco se sabia sobre o perigo real do novo coronavírus, os dois futebolistas chamaram outros para o grupo, com os restantes capitães realistas Paulinho, Sandro e Dinamite à cabeça, e meteram mãos à obra para ajudar os que mais necessitavam.

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