Benfica: guarda-redes Mika garantido por 500 mil euros

Internacional sub-20 chega da U. Leiria e abre caminho às saídas de Roberto e Júlio César

O Benfica garantiu a contratação do guarda-redes Mika, tendo pago à União de Leiria 500 mil euros. O jogador, actualmente ao serviço da selecção de sub-20 que prepara o Mundial da Colômbia, é o eleito para ser o terceiro guarda-redes dos encarnados, competindo com Artur Moraes e Moreira por um lugar na baliza.

O negócio foi concretizado na segunda-feira, tendo a União de Leiria ficado com o direito a 20% de uma mais-valia de uma futura venda, tendo o atleta assinado contrato válido por cinco temporadas.

Michael Simões Domingos nasceu há 20 anos na cidade suíça de Yverdon, deu nas vistas na última época nos jogos com o Sporting, em Alvalade, e o Benfica, na Luz, tendo despertado o interesse dos encarnados.

Mika, nome pelo qual é conhecido no futebol, só irá juntar-se aos novos companheiros após a participação portuguesa no Mundial de sub-20, em Agosto, mas é certo que a sua contratação irá abrir caminho à saída de Roberto e Júlio César, libertando assim mais duas vagas para jogadores estrangeiros.

Ler mais

Exclusivos

Premium

Ricardo Paes Mamede

O populismo entre nós

O sucesso eleitoral de movimentos e líderes populistas conservadores um pouco por todo o mundo (EUA, Brasil, Filipinas, Turquia, Itália, França, Alemanha, etc.) suscita apreensão nos países que ainda não foram contagiados pelo vírus. Em Portugal vários grupúsculos e pequenos líderes tentam aproveitar o ar dos tempos, aspirando a tornar-se os Trumps, Bolsonaros ou Salvinis lusitanos. Até prova em contrário, estas imitações de baixa qualidade parecem condenadas ao fracasso. Isso não significa, porém, que o país esteja livre de populismos da mesma espécie. Os riscos, porém, vêm de outras paragens, a mais óbvia das quais já é antiga, mas perdura por boas e más razões - o populismo territorial.