Guerra entre Benfica e Jesus vai mesmo para tribunal

Vieira deixa entender que vai mesmo pedir 7,5 milhões ao treinador. Jorge Jesus exige último mês de salário (330 mil euros) e tenta perceber se há fundamentos para pedir uma indemnização por danos morais.

Jorge Jesus não perdeu tempo, o Benfica aguarda. A 17 de agosto ficou a saber-se que o treinador reclamava o último mês de ordenado - 330 mil euros -, que o Benfica não liquidou por considerar que Jesus já estava ao serviço dos leões. E este processo já deu entrada no Tribunal do Trabalho. O Benfica, por seu lado, sustenta que o treinador denunciou o contrato em vigor, por isso foi público que pedia a cláusula de rescisão - 7,5 milhões euros. Mas isso pode não ser bem assim.

"Ainda não fiz as contas", disse ontem João Correia, advogado que defende o Benfica neste processo. "Temos um prazo legal de um ano para colocar a ação no Tribunal do Trabalho, mas não vou esgotá-lo seguramente, contudo, tenho outras prioridades no meu escritório com prazos fixos, por isso pode escrever que não estou nada preocupado com isso", acrescentou João Correia.

Esta declaração vem na linha do que Luís Filipe Vieira disse ontem: "Quando há diferendos entre as partes os tribunais servem exatamente para isso, para decidir quem tem razão." Jorge Jesus foi ainda mais claro: "Penso não, tenho a certeza de que o vou receber [ordenado do último mês de trabalho]. E vou receber com juros! Pode é demorar tempo."

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