Fehér: 10 anos depois há muito a fazer no futebol amador

Milhões de portugueses viram em direto pela televisão,a 25 de janeiro de 2004, o avançado húngaro do Benfica cair inanimado no relvado em Guimarães, vítima de paragem cardiorrespiratória. Fenómeno já merece mais cuidado.

Domingos Gomes, especialista em medicina desportiva e em medicina interna, fisiologista, admite ao DN alguma evolução mas lembra, contudo, que há muito para melhorar, sobretudo a nível do futebol não profissional.

Já Henrique Jones, médico da Federação Portuguesa de Futebol (FPF), frisa ao DN "a preocupação e o alerta constante da comunidade médico-desportiva com o rigor no despiste e prevenção".

João Paulo Almeida, médico do Benfica, já o era no clube à data da morte de Fehér. "É uma situação bastante penosa para um médico, mas durante a minha vida já tive de lidar com acidentes gravíssimos".

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