Organização do Ironman não controla Lance Armstrong

Lance Armstrong viu o seu nome envolvido numa controvérsia após terminar em segundo lugar no triatlo Ironman, no Panamá a 12 de fevereiro. A organização mudou o protocolo exigido pela AMA para controlos anti-doping e não o testou.

Em vez de realizar controlos antidoping, como de costume pelas normas da Agência Mundial Antidopagem (AMA), aos três primeiros classificados, a organização decidiu fazer os testes a partir do quarto lugar. Armstrong regressou à modalidade onde se iniciou, para ser surpreendentemente segundo, apenas batido pelo neozelandês Bevan Docherty, medalha de prata no triatlo olímpico dos Jogos de Atenas (2004) e bronze em Pequim (2008).

Armstrong precisou de 3.50.55 horas para completar os 1900 metros de natação, os 90 quilómetros de ciclismo e os 21,1 quilómetros de corrida. Como ex - ciclista foi no segmento de bicicleta que Lance Armstrong se saiu melhor, ganhando tempo ao triatleta neozalandês.

O sete vezes vencedor do Tour convidou amavelmente os 'controladores' através de sua conta no 'Twitter': "Bem-vindo a qualquer hora, em qualquer lugar."

No início deste ano, o Ministério Público dos EUA suspendeu as investigações contra Armstrong.

Armstrong sempre negou ter-se dopado.Para o Texano só há uma razão para o número de controlos anti-doping que realizou: "Sou um ciclista e agora triatleta profissional."

"A normativa da ITU diz que pelo menos três dos 10 primeiros classificados devem realizar os controlos, enquanto os restantes são feitos por sorteio. Por isso, o normal é os três primeiros realizarem os testes", explicou o presidente da Federación Internacional de Triatlo (ITU), a espanhola Marisol Casado.

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