Espanhol protagoniza caso de doping na Volta a Portugal

Joaquín Ortega registou um teste de doping positivo na Volta a Portugal deste ano e deverá ser desclassificado e suspenso por pelo menos dois anos. A União Ciclista Internacional já se manifestou favorável a começar a impor sanções de quatro anos.

O ciclista espanhol da Barbot-Siper, 118º classificado final, que chegou a vencer a sexta etapa da prova, foi alvo de um controlo pré-competição e os exames detectaram eritropoietina, resultado confirmado pela contra-análise.

O director desportivo da equipa, Carlos Pereira, garantiu ao jornal A Bola que não tem responsabilidades no caso e que o ciclista espanhol já foi demitido.

Também em 2009 a Volta a Portugal foi abalada por casos de doping, mas nesse ano houve quatro positivos, três deles protagonizados por ciclistas da Liberty Seguros - o português Nuno Ribeiro, primeiro classificado, e os espanhóis Hector Guerra e Isidro Nozal -, também 'apanhados' por controlos pré-competição, e um quarto pelo espanhol Eladio Jiménez, que acusou EPO no dia em que venceu a sexta etapa.

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