Foi libertada depois de 18 anos presa por sofrer aborto

As autoridades de El Salvador libertaram, esta segunda-feira, 25 de junho, uma mulher condenada a 25 anos de prisão pelo crime de homicídio qualificado. Mariana Lopez foi presa depois de sofrer um aborto espontâneo em 2000 e saiu agora da cadeia, depois de cumprir 18 anos de pena. É a quarta mulher condenada por aborto a ser libertada desde o início do ano naquele país, onde a interrupção da gravidez é proibida em qualquer circunstância.

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Adriano Moreira

O relatório do Conselho de Segurança

A Carta das Nações Unidas estabelece uma distinção entre a força do poder e o poder da palavra, em que o primeiro tem visibilidade na organização e competências do Conselho de Segurança, que toma decisões obrigatórias, e o segundo na Assembleia Geral que sobretudo vota orientações. Tem acontecido, e ganhou visibilidade no ano findo, que o secretário-geral, como mais alto funcionário da ONU e intervenções nas reuniões de todos os Conselhos, é muitas vezes a única voz que exprime o pensamento da organização sobre as questões mundiais, a chamar as atenções dos jovens e organizações internacionais, públicas e privadas, para a necessidade de fortalecer ou impedir a debilidade das intervenções sustentadoras dos objetivos da ONU.