Comediante critica mulheres que consultam ginecologistas masculinos

"És consultada por um ginecologista homem? A sério? A sério? No dá. A sério? Todas as explicações que possam dar para serem atendidas por um homem dá-me vontade de vomitar. Beijos". Este é o comentário que está a gerar polémica na rede social Twitter - pode vê-lo mais abaixo. Escrito pela comediante argentina assumidamente feminista Malena Pichot, no passado sábado, 8 de setembro, o post tem recebido duras criticas por parte de vários usuários da mesma plataforma e incendiado as opiniões no seu país. Te atendes con un ginecólogo hombre? En serio? Posta? En serio? No dale. Posta? Todas las […]

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Rosália Amorim

"Sem emoção não há uma boa relação"

A frase calorosa é do primeiro-ministro António Costa, na visita oficial a Angola. Foi recebido com pompa e circunstância, por oito ministros e pelo governador do banco central e com honras de parada militar. Em África a simbologia desta grande receção foi marcante e é verdadeiramente importante. Angola demonstrou, para dentro e para fora, que Portugal continua a ser um parceiro importante. Ontem, o encontro previsto com João Lourenço foi igualmente simbólico e relevante para o futuro desta aliança estratégica.

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João Gobern

Tirar a nódoa

São poucas as "fugas", poucos os desvios à honestidade intelectual que irritem mais do que a apropriação do alheio em conluio com a apresentação do mesmo com outra "assinatura". É vulgarmente referido como plágio e, em muitos casos, serve para disfarçar a preguiça, para fintar a falta de inspiração (ou "bloqueio", se preferirem), para funcionar como via rápida para um destino em que parece não importar o património alheio. No meio jornalístico, tive a sorte de me deparar com poucos casos dessa prática repulsiva - e alguns deles até apresentavam atenuantes profundas. Mas também tive o azar de me cruzar, por alguns meses, tempo ainda assim demasiado, com um diretor que tinha amealhado créditos ao publicar como sua uma tese universitária, revertido para (longo) artigo de jornal. A tese e a história "passaram", o diretor foi ficando. Até hoje, porque muitos desconhecem essa nódoa e outros preferiram olhar para o lado enquanto o promoviam.