Morreu Leonor Riscado, investigadora de literatura para infância e juventude

Tinha 61 anos. Dedicou grande parte da vida à investigação sobre literatura para os mais novos.

A investigadora portuguesa Leonor Riscado, especializada em literatura para a infância e juventude, morreu na sexta-feira aos 61 anos, revelou esta segunda-feira o Plano Nacional de Leitura (PNL).

Professora adjunta da Escola Superior de Educação de Coimbra, instituto onde presidiu ao conselho científico, Leonor Riscado dedicou grande parte da vida à investigação sobre literatura para os mais novos, sobre promoção e pedagogia da leitura.

Leonor Riscado foi ainda membro da Associação Portuguesa de Críticos Literários, chegou a integrar a secção portuguesa do Conselho Internacional sobre Literatura para os Jovens (IBBY) e foi colaboradora permanente da revista Malasartes - Cadernos de Literatura para a Infância e a Juventude.

"O amor pelos livros para a infância e pelos seus autores fez de Leonor Riscado uma das maiores especialistas da área, à qual dedicou toda a sua vida. Muitos foram os livros recomendados pelo Plano Nacional de Leitura que passaram pelas suas mãos", assinalou o comissariado do PNL, na página oficial, lamentando a morte da investigadora.

Leonor Riscado "foi uma das professoras e investigadoras que mais sabiam, entre nós, sobre literatura para a infância e a juventude (LIJ). Escreveu muito e bem - comunicações, artigos, recensões críticas, apresentações públicas de livros - sobre os mais diversos autores, e dirigiu não poucas teses e relatórios finais de mestrado sobre pedagogia da leitura e sobre LIJ", sublinhou o escritor José António Gomes, também no PNL.

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