Michael Bublé regressa a Portugal em 2019

O concerto será na Altice Arena, em Lisboa, no dia 30 de setembro. Os bilhetes serão colocados à venda no próximo sábado.

Michael Bublé vai cantar em Portugal em 2019. O concerto será na Altice Arena, em Lisboa, no dia 30 de setembro. O cantor regressou aos palcos em agosto, depois de um período de afastamento, com espetáculos em Dublin, Londres e Sidney para os quais foram vendidos mais de 150.000 bilhetes.

O cantor canadiano afastou-se dos palcos em novembro de 2016, quando soube do cancro do filho, tendo depois anunciado que iria lançar um álbum, "Love", que será lançado no próximo sábado. No entanto, numa entrevista à revista US Weekly, o agente do cantor desmentiu a reforma do cantor e disse que Bublé não tem planos de se retirar.

Bublé volta assim à Altice Arena onde já atuou cinco vezes para uma sala esgotada. Os bilhetes serão colocados à venda no próximo sábado.

O cantor já completou 5 tournées mundiais, ganhou quatro Grammys e vendeu mais de 60 milhões de álbuns.

Ler mais

Exclusivos

Premium

Opinião

'Motu proprio' anti-abusos

1. Muitas vezes me tenho referido aqui, e não só aqui, à tragédia da pedofilia na Igreja. Foram milhares de menores e adultos vulneráveis que foram abusados. Mesmo sabendo que o número de pedófilos é muito superior na família e noutras instituições, a gravidade da situação na Igreja é mais dramática. Por várias razões: as pessoas confiavam na Igreja quase sem condições, o que significa que houve uma traição a essa confiança, e o clero e os religiosos têm responsabilidades especiais. O mais execrável: abusou-se e, a seguir, ameaçou-se as crianças para que mantivessem silêncio, pois, de outro modo, cometiam pecado e até poderiam ir para o inferno. Isto é monstruoso, o cume da perversão. E houve bispos, superiores maiores, cardeais, que encobriram, pois preferiram salvaguardar a instituição Igreja, quando a sua obrigação é proteger as pessoas, mais ainda quando as vítimas são crianças. O Papa Francisco chamou a esta situação "abusos sexuais, de poder e de consciência". Também diz, com razão, que a base é o "clericalismo", julgar-se numa situação de superioridade sagrada e, por isso, intocável. Neste abismo, onde é que está a superioridade do exemplo, a única que é legítimo reclamar?