Michael Bublé anuncia fim da carreira após cancro do filho

Cantor diz que a sua perceção mudou com a doença vivida pelo filho de cinco anos. E anunciou que estava a dar a sua última entrevista

O cantor Michael Bublé anunciou numa entrevista à revista semanal do DailyMail que irá abandonar a carreira musical na sequência da batalha que o seu filho Noah, de cinco anos, trava com um cancro. O artista de 43 anos justifica que a mágoa sentida após o filho ter sido diagnosticado com cancro quando tinha três anos o fez mudar a perceção da vida. "Esta é a minha última entrevista" disse o cantor que durante os 27 anos de carreira ganhou quatro Grammy's

O filho Noah, agora com cinco anos, viveu uma batalha contra um cancro de fígado, atualmente em remissão, e esta situação foi uma mudança de vida para Bublé, que desde então questionou a sua carreira no mundo do espetáculo. O canadiano voltou a ser pai este ano, de uma menina chamada Vida, que se junta a Noah e a Elias, dois anos, filhos do casamento com a argentina Luisana Lopilato.

"Passei por tudo isto com o Noah, e não questionei quem eu era, apenas questionei tudo o resto. Porque estamos aqui? Isso é tudo que existe? Porque se isso é tudo, tem que haver algo maior", explica Bublé.

"Todo o meu ser mudou, tal como a minha percepção da vida. Não sei se consigo passar por esta conversa sem chorar. E eu nunca perdi o controlo das minhas emoções em público", revelou na entrevista ao jornal britânico.

Ler mais

Premium

Anselmo Borges

Francisco ​​​​​​​em Pequim?

1. A perseguição aos cristãos foi particularmente feroz durante a Revolução Cultural no tempo de Mao. Mas a situação está a mudar de modo rápido e surpreendente. Desde 1976, com a morte de Mao, as igrejas começaram a reabrir e há quem pense que a China poderá tornar-se mais rapidamente do que se julgava não só a primeira potência económica mundial mas também o país com maior número de cristãos. "Segundo os meus cálculos, a China está destinada a tornar-se muito rapidamente o maior país cristão do mundo", disse Fenggang Yang, professor na Universidade de Purdue (Indiana, Estados Unidos) e autor do livro Religion in China. Survival and Revival under Communist Rule (Religião na China. Sobrevivência e Renascimento sob o Regime Comunista). Isso "vai acontecer em menos de uma geração. Não há muitas pessoas preparadas para esta mudança assombrosa".