22 mil leitores e livreiros escolheram os melhores livros do ano

30 livros finalistas em quatro categorias estiveram em votação por milhares de leitores e livreiros portugueses. É a terceira edição do Prémio Livro do Ano Bertrand, desta vez com a categoria poesia pela primeira vez.

A Bertrand do Chiado, a livraria mais antiga do mundo, comemorou o Dia Mundial do Livro com a revelação dos livros vencedores de uma votação entre 30 finalistas e quatro categorias por ocasião da terceira edição do Prémio Livro do Ano Bertrand: Melhor Livro de Ficção de Autores Estrangeiros: O Tatuador de Auschwitz , de Heather Morris; Melhor Livro de Ficção Lusófona: A Amante do Governador , de José Rodrigues dos Santos; Melhor Livro de Poesia: Nómada , de João Luís Barreto Guimarães, e Melhor Reedição de Obras Essenciais: A Leste do Paraíso , de John Steinbeck

As obras vencedora terão um lugar de destaque na rede de livrarias Bertrand até ao fim do ano e a escolha realizou-se a partir de 149 títulos selecionados, em prosa e poesia, por leitores e livreiros e com a participação dos jornalistas Inês Fonseca Santos e Sérgio Almeida.

Na Ficção de Autores Estrangeiros, o 2.º lugar foi para A Morte do Comendador I, de Haruki Murakami, e o 3.º lugar para Os Dez Espelhos de Benjamin Zarco, de Richard Zimler.

Na Ficção Lusófona, o 2.º lugar coube a D. Maria I, de Isabel Stilwell, e o 3.º lugar para Princípio de Karenina, de Afonso Cruz.

Na Poesia, o 2.º lugar foi Obra Poética I, de António Ramos Rosa, e em 3.º lugar Agon, de Luís Quintais.

Na melhor Reedição, o 2.º lugar foi para Dona Flor e os Seus Dois Maridos, de Jorge Amado, e o 3.º para Odisseia de Homero, de Homero.

Segundo Paulo Oliveira, responsável da Bertrand, "a evolução do Prémio Livro do Ano Bertrand ao longo das três edições fez com que se alargasse a abrangência e se introduzisse a categoria Poesia, que homenageia uma forma literária onde o nosso país tem muita tradição".

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