Exclusivo Globos de Ouro. A festa quer Borat, revelações e surpresas

Num ano sem filmes favoritos destacados, nota-se alguma falta de qualidade na categoria comédia/musical, mas atores como Glenn Close, Chadwick Boseman, Sacha Baron Cohen, Carey Mulligan e Mria Bakalova têm fortes hipóteses. A cerimónia não será transmitida nesta madrugada por nenhum canal televisivo português.

Num ano atípico nas contas da temporada dos prémios, a categoria mais complicada nas previsões é a mais importante: a de melhor filme dramático. De facto, aí ainda não surgiu um favorito declarado, é possível que o vencedor de domingo possa ganhar tração para o resto do que aí vem: SAG, BAFTA e Óscares. Manda o bom senso acreditar que Mank, de David Fincher; Os 7 de Chicago, de Aaron Sorkin. e Nomadland - Sobreviver na América, de Chloé Zaho. são aqueles que mais hipóteses têm nesta altura. O filme de Fincher pelos seus méritos próprios e também por ser a obra com maior número de nomeações, seis, acaba por ser um candidato a ter em muita conta. Quanto ao drama de tribunal de Aaron Sorkin, é visto como o que pode chegar a mais votantes, já para não falar que é a grande aposta da Netflix, a plataforma que se assume como o estúdio com mais nomeações. Depois, claro, a Fox pode acreditar na vitória do drama road-movie sobre os novos nómadas americanos, Nomadland. O seu relato de uma América triste e esmagada pelas desigualdades sociais pode cair bem no interior da Hollywood Foreign Press Association, por norma suscetível às pressões da imprensa - mesmo sem consensualidade, este é o filme com melhores críticas do ano.

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